sexta-feira, 22 de abril de 2011

A árvore generosa

Dar... sem esperar recompensa
Ser altruísta...
Ser pródigo...
Ser fértil...
Nada mais é... do que ser generoso
Como a árvore de Shel Silverstein que... amou um menino ...despojou-se de tudo quanto tinha para o fazer feliz e... nenhum bem material pode conceder-nos isso... só o amor incondicional...



Reciclámos para construír a nossa árvore... generosa de tantos epítetos que nela colocámos...











Lemos,ouvimos, brincámos, partilhámos... na porta ao lado, com meninos do 1ºC, com a generosidade da nossa árvore...

Obrigado pela companhia generosa!

SILVERSTEIN, Shel.(2008). A Árvore Generosa.Figueira da Foz: Bruaá Editora.

Turmas: 1º B e 1º C
Professoras: Fernanda Lameiras,Aurora Antão, Ana Margarida, Isilda Queijo e Alexandra Subtil

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Os ovos da nossa Páscoa


"Os ovos misteriosos", de Luísa Ducla Soares e Manuela Bacelar acompanharam-nos durante o último mês de aulas; como estávamos a iniciar o conhecimento dos animais- no Estudo do Meio- aproveitámos e dramatizámos a história, falámos das diferentes características de cada uma das personagens (tipo de alimentação, revestimento do corpo, habitat...); em Matemática, como eram cinco os filhotes da galinha, contámos de cinco em cinco, revimos a dezena e a meia dezena, trabalhámos o cálculo mental e resolvemos problemas; na Língua Portuguesa começámos por identificar, imitar e dizer os nomes das vozes dos animais; fizemos jogos de sons, de consciência fonológica, criámos frases relacionadas com a história; algumas crianças já conseguiram ler partes da história em voz alta, para os colegas; decoraram as rimas da história e a lengalenga final e, criámos as nossas rimas para os animais da história...
Deixamos aqui algumas:

"Lá vai a serpente carente
a dar ao dente
não usa pente
e não gosta do que é quente
.

Esta é a avestruz
que está onde eu a pus
ás vezes cai
e faz catrapuz.

É o crocodilo
que vê o esquilo
que pesa um quilo
e come o grilo..."


Em Expressão Plástica, colámos aparas de lápis - reutilizámos para reciclar- numa casca gigante de ovo de onde saem os animais da história, que pintámos.








Como somos gulosos, pintámos e recortámos lindos coelhos porta-amêndoas que a professora recheou...


Conversámos sobre o significado da Páscoa e também vimos e dialogámos sobre histórias que visionámos em PowerPoint mas, o que mais gostámos foi de descobrir enigmas sobre a Páscoa!!!

Turma: 1º B
Professoras: Fernanda Lameiras e Alexandra Subtil

sábado, 9 de abril de 2011

Feliz Páscoa

Mais uma caminhada terminou
E as férias vão começar.
Hoje estamos aqui
Para uma feliz Páscoa desejar.


Sejam todos muito felizes
E cumpram a tradição.
Comam o saboroso folar
Recheado de presunto e salpicão.


Também convosco queremos partilhar
O que esta semana andámos a trabalhar.


Marcadores para livros.







Ovos da Páscoa.





Construção de frases.





Decoração do "placar" da nossa sala.











Visualização de um powerpoint sobre os símbolos da Páscoa.




Turma:1ºC
Professoras: Isilda Queijo e Ana Margarida

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Os animais

O nosso último trabalho de pesquisa foi sobre alguns animais, que vivem em lugares diferentes no nosso planeta.
Ufa!! Há tantos!
Aqui ficam alguns dos nossos trabalhos.
"Fizemos trabalhos espetaculares!" (Gonçalo)


O João Miguel apresentou um trabalho sobre a sardinha, em suporte de papel e em tela, muito bonitos!

O Henrique trouxe um aquário com um ...

"Para vocês sentirem como é a pele do tubarão,trouxe-vos um bocadinho de lixa." ( Henrique)











Todos nós gostámos muito deste trabalho de pesquisa.
E, mais uma coisa, fomos nós que publicámos esta mensagem!
"Gostei muito de trabalhar no blogue!" (Lara Beatriz)

Turma: 2º B
Alunos: Lara Beatriz, Henrique e Gonçalo

terça-feira, 5 de abril de 2011

A propósito de Inclusão …Necessidades Educativas Especiais e interacção entre pares – a inclusão versus exclusão social



Nem sempre a experiência interactiva da criança é uma tarefa fácil de concretizar. A contingência, precariedade e melindre que caracterizam tais acções, ao remeterem as crianças para a procura de novos parceiros ou para a tentativa de entrar numa outra actividade ou para se manterem sozinhas, despoleta inferências que nos conduzem à visibilidade dessa dificuldade. A essa dificuldade podem juntar-se outras que se podem tornar mais visíveis quando, do ponto de vista das crianças, se detalham as heterogeneidades e desigualdades biopsicosociais que subjazem às suas semelhanças atribuídas e se consideram as inúmeras possibilidades que os actores têm de jogar estrategicamente com elas para serem aceites, aceitar, rejeitarem ou para procurarem ultrapassar a rejeição.


Todavia, se as culturas da infância são também o espaço no qual essa experiência ocorre, esse espaço é definido pelos modos como as crianças se percebem iguais versus diferentes e, sobretudo, pelos desempenhos que manifestam e revelam nas acções sociais quotidianas. É aí que as diferenças percebidas ou atribuídas se explicitam individualmente, se confrontam com as dos outros e são alvo de avaliação recíproca.
Se para poder participar na cultura de pares é vital que as crianças desenvolvam acções com outros-crianças desde que chegam ao JI, só o acesso a experiências concretas e implicadas na comunidade de crianças, aprendendo com elas, socializando-se umas às outras e sendo socializadas, lhes permite, reflexivamente, compreenderem-se como tal e apurar o seu sentido de similaridade ou diferença. São essas experiências que lhes permitem ultrapassar o vazio de um sentido de pertença meramente categorial ao mundo das crianças.
Estar incluído num grupo de pares, atribuir-lhe um sentido de pertença, não significa somente estar presente fisicamente, mas antes ser-lhe permitido participar na construção do sentido de pertença a esse grupo e de uma cultura de pares. A maior parte das vezes acontece a negação desse direito de participação, sobretudo quando a criança se apresenta como diferente por via de uma Necessidade Educativa Especial. Esta vulnerabilidade, articulada entre si e tornada estrutural, constitui uma barreira à inserção e ao sentido de pertença e de identificação simbólica dos indivíduos e dos grupos. Pela inviabilização de usufruto pleno do direito de participação, acontece que essa criança pode vir a ser excluída do seu grupo de pares inclusivamente ao nível das interacções com outros-crianças.
Se o processo de desenvolvimento pessoal e social das crianças é, essencialmente interactivo, envolvendo relações e interacções com outras pessoas, a construção da dimensão simbólica (dimensão moral e dos valores) está estritamente relacionada com a natureza interactiva do desenvolvimento pessoal e social. Para desenvolver a noção do eu, as relações com a família e com outros adultos “significantes” não podem ser subestimadas, e o efeito provocado pelo grupo de pares e pelas amizades também é significativo.
A forma como as crianças se vêem a si mesmas é significativamente alterada pelo modo como as pessoas que, para elas são importantes, as abordam e reagem. Para todas as crianças, seja de forma consciente ou inconsciente, a questão mais importante é: «Será que sou aceitável, será que gostam de mim?». As abordagens e as reacções das pessoas que as rodeiam influenciam profundamente a noção do eu que se está a desenvolver – positiva ou negativamente.
Quer a inclusão quer a exclusão, são processos em que todos, de forma mais ou menos implícita, estamos implicados enquanto cidadãos.



Na nossa sala de aula, brincamos, jogamos, partilhamos, aprendemos… JUNTOS.
Assim, conseguiremos decerto, construir o caminho da inclusão.











Turma: 1º B
Docente da Educação Especial: Olinda Vaz

segunda-feira, 4 de abril de 2011

CUIDA DO TEU PLANETA

Na semana passada fizemos a exploração da obra”CUIDA DO TEU PLANETA”. As actividades decorreram na Biblioteca e tiveram a preciosa colaboração das professoras Sandra e Angelina.



Mais uma vez fomos sensibilizados para fazermos a separação do lixo correctamente.



Todos nos comprometemos a imitar Lola e Charlie, as personagens do livro, e vamos construir a nossa árvore da reciclagem.



Por cada objecto que depositarmos no ecoponto, colocamos uma folha na nossa árvore. Esta ficará completa quando tiver cem folhas.

Temos a certeza que vamos conseguir rapidamente.


Com a colaboração da professora Ana, também fizemos um vestido para a Lola. Utilizámos papel de revistas, jornal e tampas de garrafas.


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Ficou muito primaveril. Não acham?

Estes são alguns dos nossos trabalhos.



" Se queremos viver felizes, temos que tratar muito bem o nosso planeta".

turma: 1ºC
Professora: Isilda Queijo